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13 novembro, 2013

Divulgação: Curso de Doulas com a Doula Luísa Condeço

É já nos dias 30 de novembro a 1 de dezembro, que se inicia mais um curso de formação de Doulas. A formadora é a deusa e doula-mãe, como goste de lhe chamar, Luísa Condeço, a quem tenho um enorme orgulho de chamar também minha doula...

O que é um curso de doula??? Tudo o que possas imaginar... preparação para acompanhar mulheres grávidas, dar apoio emocional e informação baseada em evidencias cientificas, sim!! Mas acima de tudo um momento de descoberta de ti própria, de encontro com a tua verdadeira essência...

Então se sentes que te falta alguma coisa, que precisas de te conhecer melhor, ir mais fundo dentro de ti e resgatar a tua essência enquanto mulher... esta formação é para ti!!!

Podes saber tudo aqui:

Doula Luísa Condeço

Rede Portuguesa de Doulas




25 outubro, 2013

Divulgação - Colares para grávidas

Um miminho merecido para mamãs e bebés... e quem sabe uma doce prenda de Natal que está mesmo "à porta"...

A Bola mexicana é uma “bola cantante”, inicialmente usada por mulheres grávidas no México que aprenderam, através de gerações de maternidade, que o som suave da Bola mexicana contra a barriga tinha um efeito calmante sobre os bebés, antes e após o nascimento.

Ao usar a Bola mexicana sobre a barriga durante a gravidez, o bebé acalma-se e aprende a reconhecer o som como símbolo de tranquilidade e segurança. Assim, após o nascimento, sempre que usar a sua Bola mexicana, ao ouvir o som produzido por esta, o seu bebé saberá que, não só a sua mãe se encontra por perto, como não há porque ter medo, sentindo-se reconfortado e seguro.

Como é que a Bola mexicana funciona?

A partir de 18/20 semanas de gravidez, o bebé já consegue ouvir sons através da barriga da mãe. A Bola mexicana é usada num fio longo, ficando sobre a barriga, onde o bebé se encontra. A melodia calmante que a Bola mexicana produz, enquanto a mãe cumpre as suas tarefas diárias tem um efeito relaxante sobre o bebé.
Quando o bebé nasce, o mesmo som produzido pela bola, e o qual o bebé veio a ouvir durante o seu desenvolvimento, traz-lhe conforto e familiaridade.

A bola mexicana também pode servir para o bebé brincar enquanto se alimenta, transmitindo-lhe conforto e segurança.





22 abril, 2012

Hanami...o florescer da vida!

Este emocionante filme revela práticas ligadas ao modo de viver a maternidade consciente, o parto activo e o que estes representam na formação de seres humanos mais conscientes.
Se todos nascêssemos assim teríamos, com toda a certeza, um mundo melhor...

15 março, 2012

Divulgação | Curso Avançado de Doulas em Almancil Algarve

Uma formação da doula-mestre, Luísa Condeço, a quem tive a bênção de um dia a ver "entrar na minha vida"...


Desenho de Teresa Lucena para as Doulas Independentes


Apresentamos um curso completo de doulas (com componente inicial e avançada) para aquelas mulheres que desejam dedicar-se a esta tarefa maravilhosa de forma integral e profissional. Esta será uma viagem aos nossos sentidos, onde poderás encontrar-te e encontrar as ferramentas necessárias para te escutares e escutares as mulheres/mães que se cruzarem contigo no teu caminho.
Desde a prática com bola, ao toque de conforto, da medicina baseada em evidências científicas aos mais recentes estudos que comprovam os benefícios de uma doula, irás ter acesso a uma paleta cheia de informação, partilha e emoções várias que te ajudarão a saber ouvir, saber respeitar e apoiar outras mulheres e as suas famílias na maior aventura que a Humanidade já viveu, a Maternidade.
Num ambiente de profunda partilha e emoção, iremos descobrir mais sobre nós mesmas, para que possamos ajudar outras mulheres que estão no mesmo caminho de descoberta.
Uma oportunidade para aprender com os nossos erros, abrindo caminho a uma nova experiência que mudará a tua vida.


Destinatários
Mulheres sem formação na área, mães, profissionais de saúde, doulas com cursos de iniciação.

Podem saber toda a informação sobre o curso, e muito mais, AQUI!

30 janeiro, 2012

Divulgação - Workshop básico de aromaterapia para pais, bebés e crianças



Divulgo mais uma fantástica iniciativa da Doula Catarina Pardal...

As mudanças físicas e emocionais que ocorrem durante a gravidez podem causar problemas de saúde como infecções urinárias, diarreia, nausea, hipertensão, acidez no estômago, varises, dores lombares, caimbras, edemas, stress, etc. Todos estes problemas podem ser tratados com a ajuda da aromaterapia assim como as queixas mais comuns das mães e dos bébes durante os primeiros anos: recuperação do parto, episiotomias, mastites (na mãe) diarreias, cólicas, dentição, irritabilidade ( nos bebés ). 





O Workshop básico de Aromaterapia tem como objetivo mostrar o mundo maravilhoso da aromaterapia aos pais.  Através deste workshop, o participante perceberá que o sentir e inalar deixam de ser um simples ato e passam a ser um verdadeiro momento de cura, que usa o poder energético das plantas  através dos seu óleos essenciais para a manutenção e/ou restauração da saúde e bem-estar das pessoas.

Público-alvo: Profissionais da área da saúde, parteiras, doulas,massagistas, mães, pais e para os que querem conhecer mais sobre aromaterapia, seus conceitos e usos.

Programa:

- História da Aromaterapia
- Composição química dos óleos
- Formas de aplicação
- Bases vegetais
- Águas destiladas
- Propriedades e aplicações
- Aromas e a massagem
- Os aromas e a terapia
- Casos específicos 

 Horário: das 10h ás 18
Local : entre 2 a 5 famílias -Sintra  (s. João das Lampas )
Entre 5 a 8 famílias local a designar também em Sintra

Valor: 40 euros por workshop ou 60 euros pelos 2 será entregue documentação e todos os participantes levam  1 óleo feito pelos próprios para casa. O preço é por familia, os bebés são muito bem vindos!

Data: 
Sábado dia 25 de Fevereiro Aromaterapia para bebés e crianças 
Sábado dia 4 de Fevereiro aromaterapia para gravidas e recém mães


 
Mais informações :

Catarina Pardal
919267844

Sim sou doula...

Depois de uns bons tempos de computador avariado e sem internet em casa, a primeira informação que me saltou à vista aquando do regresso a este mundo virtual foi uma magnifica rede no facebook "Rede Portuguesa de Doulas"...
...tenho de confessar que tive um misto de emoções...alegria, um enorme orgulho por ter sido chamada a integrá-la e um enorme medo de ser chamada de novo a mim!!! 

Ás vezes é assim, teimamos em anular aquilo que somos vai-se lá saber sob que desculpas esfarrapadas (ah tenho outros projectos, não tenho tempo, aqui não aparecem grávidas interesadas, o ultimo parto que acompanhámos foi cesariana e não soubemos perceber que não foi o nosso 3º parto...blá, blá, blá). 

Mas depois percebemos que não há volta a dar...somos, não fazemos isto! Sou doula sim e depois de uns bons momentos de introspecção e meditação vou fazer, com a vossa ajuda, com que nunca mais me esqueça disto!!!

 Até já!

21 março, 2011

Quanto custa ter uma Doula?

Este texto é de uma querida doula . . . que tenho o enooorrrrrme prazer de conhecer pessoalmente e que é uma referencia para todas nós que ainda apalpamos terreno nestes trilhos... Não resisti a transcrevê-lo na integra e a partilhá-lo porque .... é isto! É bom que se grite bem alto a importância de proporcionarmos o melhor nascimento possível aos nossos bébes, é bom que se perceba a importância que o apoio neste momento assume, e é bom que se desmistifique de uma vez por todas a questão do "ser caro" ter uma doula e que se perceba que se trata apenas de priorizar o que se considera como mais importante...Bem haja Catrina, uma vez mais!!!

"Falava eu com a minha amiga M. que me dizia que ter uma doula é caro.

Antes de vos dizer quanto custa ter uma doula, pergunto-vos se sabem quanto custa não ter uma Doula?

Pode custar o desespero nas últimas semanas da gestação, o sentimento da falta de apoio.
Pode faltar alguém que didacticamente ajuda o casal com os medos específicos do parto.
Pode faltar alguém que lembre que o corpo de uma mulher esta feito para parir.
Pode custar uma ida precipitada à maternidade, que invariavelmente recairá numa série de intervenções - dolorosas, humilhantes e desnecessárias.
Pode faltar em trabalho de parto alguém experiente, e que possibilite ao pai estar no momento sem se preocupar tanto.
Pode faltar alguém para dar confiança.
Pode faltar alguém para ajudar na amamentação.
e podia continuar....

A doula ajuda a vencer os medos da gravidez, serve de ombro amigo, ajuda a compreender os processos próprios do parto.
A Doula diminui estatisticamente as necessidades de analgesia, fórceps e cesariana - há preço para isto?

CUSTA MENOS QUE UM CARRO DE BEBÉ DAQUELES XPTO!!!
CUSTA MENOS QUE ALGUNS BERÇOS!
TER DE COMPRAR LATAS DE LEITE ARTIFICIAL È BEM MAIS CARO QUE TER UMA DOULA!

Claro que uma mulher pode ter um parto natural sem uma doula, claro que sim!

Mas, e os pais que me perdoem, não acredito que um pai ou outro acompanhante não profissional, possa fazer esse papel... o mais normal é essa pessoa não querer que a parturiente 'sofra', ficam com pena. Não é por mal, simplesmente é a falta da segurança e experiência.

E tu, achas caro ter uma Doula?

Tiveste uma Doula no teu parto, achas que foi caro?"


Doulas: Ángeles de la maternidad from MiNuShu on Vimeo.


Fonte:Parir Paz

05 novembro, 2010

Nasceu o T.!!!!

Nasceu o T.!
Por entre muitos e diferentes sentimentos que se misturam quero deixar o meu profundo agradecimento à C. e ao L. por me terem permitido a enorme honra de poder partilhar este momento tão único e especial das suas vidas!
Muita luz pequeno T. és lindo; parabéns mãe coragem, bem haja pai inspirador...


13 maio, 2010

Aguardar Trabalhos de Parto

Obrigada por mais estas palavras inspiradoras, Dydy!

Eileithya - A Deusa do Parto

No momento, me encontro esperando para participar de meu primeiro Parto Domiciliar, além dos meus dois, claro! Depois de uns 50 partos hospitalares finalmente este está chegando.

Esperar um parto de uma mulher é também esperar o próprio parto.

Quando acompanho uma gestante que realmente quer viver seu parto, eu engravido também. Não sei explicar, só gosto que seja assim.
Mas nada como acompanhar uma mulher que acredita em si.

Estou aqui para ajudar qualquer uma que queira tentar, mas duas coisas me emocionam demais: uma mulher que confia piamente em si e a mulher que nasce, que se descobre em seu parto.

Talvez para quem olhe de longe, acompanhar parto de mulheres de baixo risco (vulgo “Filezão” na obstetrícia) seja fácil e nada desafiador. Mesmo assim há poucos que decidem sair da teoria e fazer, o que prova que a crença de é fácil é uma mentira. Os profissionais têm pânico de assistir PDs simplesmente porque não sabem, têm muito medo e também porque não querem ter o trabalho de aprender.

Ou seja, falar que é fácil é fácil!

Mas o grande lance de ser assistente de partos naturais é se dispor a aguardar, abrir mão de feriados, reconhecer o que é natural, o que foge ao fisiológico, saber o limite, enfim sentir, esperar saber e fazer...

O mérito estar em viver de fazer o bem. Ter salário vindo de boas vindas aos bebês, de mulheres extasiadas e pais sem palavras. Não há melhor profissão no mundo!

Às vezes me sinto egoísta por ser tão apaixonada por partos. Afinal faço isso por mim também. Me sinto bem, revivo as minhas próprias experiências, tomo emprestadas as emoções de outras mulheres, ajudo a construir um mundo melhor para mim e para os meus filhos.
Quero dizer que não faço isso somente por altruísmo.

Existem momentos, onde eu gostaria de não ser tão apaixonada, porque sofro pessoalmente quando não dá certo, porque me envolvo demais, porque parto é coisa séria e deliciosa demais pra mim.

Mas sou assim, pois simplesmente não há outra saída. Não há mérito nem demérito. Simplesmente nada mais me satisfaz tanto. Nenhum outro trabalho me traz o que este me traz. Nada mais me envolve, realiza e me faz tão feliz.

Quando eu assisto um parto não faço por caridade, não faço só pela mulher, mas também não faço só pior mim. Eu faço por um mundo melhor que acredito virá através das crianças que vem ao mundo através das minhas mãos.

É um trabalho difícil, porém também digno, importante e belo. Um sacerdócio que não deixa oportunidade de escolha para seus devotos por ser tão sedutoramente simples.
 

21 abril, 2010

Black Family: A Doula Story

Um maravilhoso, poderoso e inspirador filme sobre a vida de uma mulher como Doula que acompanha mães adolescentes nos bairros negros de Chicago!!!
Vale mesmo a pena ver e partilhar!!!
Isto é SER Doula...
Produced by Danny Alpert

A Doula Story documents one African American woman’s fierce commitment to empower pregnant teenagers with the skills and knowledge they need to become confident, nurturing mothers. Produced by The Kindling Group, a Chicago-based nonprofit organization, this powerful film follows Loretha Weisinger back to the same disadvantaged Chicago neighborhood where she once struggled as a teen mom. Loretha uses patience, compassion and humor to teach “her girls” about everything from the importance of breastfeeding and reading to their babies, to communicating effectively with health care professionals.

02 abril, 2010

Doulas Make a Difference

Sim...nós doulas marcamos mesmo a
diferença...colocamos a mãe no lugar onde deve estar, que lhe pertence
por natureza: o de protagonista da sua própria história, do seu
nascimento como mãe, do nascimento do seu bebé...(que orgulho eu tenho
de estar aqui incluída!!!)

21 março, 2010

Ter uma doula porquê???




E é ao Brasil que chamam de terceiro mundo...POIS!!!!

«A doula é como se fosse uma mãe»

Um testemunho na primeira pessoa de quem teve por perto uma doula...

Maria José tem 33 anos e trabalha na área do marketing, numa grande empresa. É mãe da Joana, 7 meses, e conta-nos como o acompanhamento de uma doula alterou o forma como viveu a gravidez e o parto.       Devo começar por dizer que tenho a grande vantagem de ter uma amiga que é doula. Portanto, antes de engravidar, já estava mais ou menos informada sobre esse serviço. Quando fiquei grávida e lhe dei a notícia, combinámos logo que ela seria a minha doula, que me acompanharia na gravidez e me prepararia para o parto.        Como se fosse uma mãe    Ainda não sabia bem o queria em relação ao parto, mas começámos desde o início a conversar sobre isso. Além de conversarmos, enviava-me textos que considerava importantes para eu ler, vídeos ou pequenos filmes e eu fui ficando a par das minhas opções e do que se passava nos hospitais. Ela não fez qualquer pressão, apenas me foi informando, com base em estudos, com base na realidade de outros países, sobre o parto como um processo natural, para o qual estamos preparadas, enquanto mulheres.  O parto em casa começou a surgir para mim como a melhor opção até porque podia ser acompanhada, para além da doula, por uma parteira que me daria toda a segurança. Tomei esta decisão mais ou menos a meio da gravidez, de uma forma muito pacífica. Tive uma gravidez muito tranquila e acho que isso também se deveu ao facto de ter tido o acompanhamento da doula. Claro que também ia às consultas com a obstetra e tinha o contacto dela, mas é diferente o tipo de acompanhamento. Para mim, a doula é quase como se fosse uma mãe, numa altura em que estamos muito vulneráveis. Transmitia-me sempre muita tranquilidade, respondia às minhas dúvidas, ouvia os meus receios... Saber que podia ligar-lhe a qualquer hora da noite ou do dia deixava-me muito segura. Com um médico nunca há essa intimidade. Acho que é isso, cria-se mesmo uma relação de intimidade.        Menos medo e mais confiança      Penso que hoje estamos - era como eu me sentia - muito longe da experiência da gravidez e do parto. Quando se engravida corre-se para um médico e pômo-nos nas mãos dele. Tudo é medicalizado, tudo é um acontecimento clínico. Esta é a atitude normal na nossa sociedade perante um acontecimento que é tão natural! Agora começa a haver outra abertura a outras formas de encarar as coisas, mas ainda é tudo novo. Como se o natural tivesse deixado de ser normal. Acho que desaprendemos muitas coisas nesta área e isso é triste. A maior parte das pessoas não sabe o que é um parto natural e acha estranho que alguém o desejo. Isso é que é muito estranho, para mim.
O facto de ter uma doula abriu-me para uma nova forma de encarar a gravidez e o parto, menos stressante, com menos medos e com mais confiança. Tenho a certeza que sem ela tudo teria corrido de outra forma. A minha ideia de parto vinha do que eu via nos filmes e do que me contava quem já tinha passado por isso. O meu parto seria assim, no hospital, com médicos, com máquinas, com medo. Tinha medo, quando ouvia falar em cesarianas, fórceps, ventosas, tudo isso me assustava. Mas tinha de ser assim, para ser mãe. Com a minha doula, percebi que não tinha de ser assim. Fui mudando completamente essa ideia, ao longo da gravidez. Por isso decidi pelo parto em casa. Mas não dissemos a ninguém para não sofrer com a ansiedade das outras pessoas. Tive alguns encontros com a parteira e estive sempre muito tranquila e segura em relação a essa decisão.     O parto com que sonhei       Faltava um dia para completar 41 semanas. A médica queria induzir o parto no dia seguinte. Eu não queria. Segui os conselhos da doula e da parteira, caminhei muito, fiz duches de água quente, comi comidas picantes, bebi chá de canela e framboesa... Às seis da manhã comecei a ter contracções, esperei um pouco para ver se eram regulares e estavam com intervalo de 10 minutos. Mandei mensagem à doula e fui tomar um duche. Às sete e pouco, o intervalo era de cinco minutos e aí já eram contracções fortes. Pensei que se a doula e a parteira não chegassem depressa a Joana nascia antes. Já estavam de três em três minutos quando chegaram, finalmente, ainda não eram oito horas. Fiquei tranquila com a presença delas. Falavam muito baixinho, reduziram as luzes, respeitavam tudo o que me apetecesse fazer ou posições que me parecessem melhores. Estive em pé, de cócoras, de gatas, nada me foi imposto. A parteira não fez nenhum toque, só avaliou o bem-estarr fetal duas vezes com o CTG. Foi tudo ao meu ritmo e agora sei que essa liberdade foi muito importante para a forma como as coisas correram. Foi muito rápido! A Joana nasceu às 9h45. Fui a primeira pessoa a tocar-lhe e mamou assim que nasceu. Na altura pareceu-me que passou muito mais tempo, foi tudo tão intenso, pensei que já eram umas quatro da tarde. Não tive qualquer laceração e isso também se deve à preparação com a doula. Mostrou-me um filme em que uma parteira mexicana explicava a importância de não apressar o período expulsivo, deixar que o períneo fosse esticando devagarinho. Lembro-me de pensar nisso na altura do parto, que não podia ter pressa. Sei que uma laceração natural não é tão prejudicial como uma episiotomia - que ainda é feita por rotina em muitos hospitais. Mas, mesmo assim, podia ter de ser cosida e era uma coisa que eu gostava de evitar. E consegui! Foi sem dúvida o parto com que eu sonhei.  Doeu, claro, mas não teria feito nada diferente. Não trocava a minha doula por nenhuma epidural. E no próximo parto quero-a novamente comigo.      Fonte:IOL Mãe

06 março, 2010

A "doular"...

...a preparar as primeiras sessões de preparação para o nascimento de uma super mãe que vou acompanhar desde o inicio da gravidez...obrigada pela experiência, juntas vamos, com certeza, crescer muito!!!!!